Dou-te um nome de águapara que cresças no silêncio.Invento a alegriada terra que habitoporque nela moro.Invento do meu nadaesta pergunta.Nesta hora, aqui.Descubro esse contrárioque em si mesmo se abre:ou alegria ou morte.Silêncio e sol — verdade,respiração apenas.Amor, eu sei que vivesnum breve país.Os olhos imaginoe o beijo na cintura,ó tão delgada.Se é milagre existires,teus pés nas minhas palmas.Ó maravilha, existono mundo dos teus olhos.Ó vida perfumadacantando devagar.Enleio-me na claradança do teu andar.Por uma água tão puravale a pena viver.Um teu joelho diz-mea indizível paz.
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domingo, 23 de agosto de 2009
Poema ao acaso
Dou-te um nome de águapara que cresças no silêncio.Invento a alegriada terra que habitoporque nela moro.Invento do meu nadaesta pergunta.Nesta hora, aqui.Descubro esse contrárioque em si mesmo se abre:ou alegria ou morte.Silêncio e sol — verdade,respiração apenas.Amor, eu sei que vivesnum breve país.Os olhos imaginoe o beijo na cintura,ó tão delgada.Se é milagre existires,teus pés nas minhas palmas.Ó maravilha, existono mundo dos teus olhos.Ó vida perfumadacantando devagar.Enleio-me na claradança do teu andar.Por uma água tão puravale a pena viver.Um teu joelho diz-mea indizível paz.
Dou-te um nome de águapara que cresças no silêncio.Invento a alegriada terra que habitoporque nela moro.Invento do meu nadaesta pergunta.Nesta hora, aqui.Descubro esse contrárioque em si mesmo se abre:ou alegria ou morte.Silêncio e sol — verdade,respiração apenas.Amor, eu sei que vivesnum breve país.Os olhos imaginoe o beijo na cintura,ó tão delgada.Se é milagre existires,teus pés nas minhas palmas.Ó maravilha, existono mundo dos teus olhos.Ó vida perfumadacantando devagar.Enleio-me na claradança do teu andar.Por uma água tão puravale a pena viver.Um teu joelho diz-mea indizível paz.
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