
Com as minhas mãos em concha dou-te de beber.
No adeus da tua sequidão
mimarei as tuas folhas
com a textura cetim
da minha fértil epiderme.
Acaricio a tua superfície macia
procuro o teu âmago
onde deixarei uma mensagem
húmida e perfumada.
"De sede nunca murcharás enquanto eu tiver."