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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Sonêto

Peguei nas cores da tela, fiz o poema
Das letras do poema uma pintura
Aquele fim de tarde, foi o tema,
Olhar feito de espanto e ternura.

Pousei minha tristeza na montanha
Que o encanto da paisagem desprendeu
De verde cubro o espaço que desenha
Teu rosto feito estrela lá no céu.

Entre as cores do silêncio desta tela
Suspende-se no azul a nostalgia
Diluindo as palavras na aguarela

Do instante em que nasce a poesia.
A pintura é poema a acontecer
Sobre a tela deste meu entardecer!

Odete Nazário

terça-feira, 14 de julho de 2026

A poesia é...


                                                                          A poesia é como vento:

às vezes sopra suave,

às vezes vem em rajadas.


                                                                                    Autoria: Microsoft Copilot

                                                                                    (inteligência artificial)

segunda-feira, 13 de julho de 2026

domingo, 12 de julho de 2026

🌼 Poesia

Risos ecoam com sons altos no ar,
cores se espalham em pura dança,
cada passo é promessa de celebrar,
cada olhar, centelha de esperança.

A vida é festa, é luz brilhante,
um mosaico de sonhos em flor,
onde tudo pulsa, tudo é instante,
e o mundo se veste de amor!

Autoria: Microsoft Copilot
(inteligência artificial)


sábado, 11 de julho de 2026

O tempo não volta

O tempo não volta. Mas a gente volta diferente porque sente diferente. Cada emoção que você viveu te trouxe até esta página, este agora. A pergunta não é “e se eu tivesse feito diferente”, e sim “o que esse sentir de hoje quer me dizer?”

(Meta)IA

Resposta: O sentir de hoje me diz: Pare! Olhe! Siga!

Depois de cada parada, olhe e preste atenção e siga em frente pelo caminho certo.

(Siby)

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Se teus olhos...

Se teus olhos me encontram,
o universo se cala,
 pois no brilho que eles guardam 
 há eternidade em cada fala.

Autoria: Microsoft Copilot
(inteligência artificial)


 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Não sei onde estás

Não sei onde estás
Porque aqui há sol e céu azul
E um vento leve no rosto
Há um relógio constante
Que limita o tempo
E um sonho atrás do olhar
Mas sei que brincas e ris
A onde estiveres e mais ainda, talvez
Um mar tranqüilo e branco de paz
Com um abraço terno
Ou a saudade eterna
De quem fica
Ou apenas
De quem espera
E nada mais

Benedita Stingl