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segunda-feira, 6 de julho de 2026

NAS ASAS DO CONDOR

 

Entre a serra e o rio compus meu ser
com pinceladas de cor
em tons de sonho e de ternura.
Entre a serra e o rio viajei nas asas do condor
a salvo de toda a amargura.
Entre a serra e o rio conheci o poeta e o pintor
ouvi histórias de encantar, vindimei cachos de suor
enfeitei minhas tranças de luar.
Entre a serra e o rio comi com a sua gente à mesma mesa
e no seu seio fui menina e no seu colo fui princesa.
Entre a serra e o rio, ao desatar meus laços
senti a poesia em mim bem fundo.
Entre a serra e o rio abri meus braços
e abracei o mundo

Copiado do blog
comorosasdeareia

domingo, 5 de julho de 2026

O tempo não volta

 O tempo não volta. E tá tudo bem. Porque você volta mais forte, mais sábio, mais você. 

Não pare no medo de recomeçar. O ontem construiu sua base. O hoje é seu ponto de partida. Vai!

(Meta) IA

sábado, 4 de julho de 2026

Para quem lê...

                                                           
Que nunca te falte
                                                           a estrada que te leva,
                                                           a força que te levanta,
                                                           o amor que te humaniza,
                                                           o pão de todo o dia
                                                           e o verso de cada poema!

                                                                               Lou Witt

sexta-feira, 3 de julho de 2026

A LUZ QUE REFLECTES !

Deixa-me espelhar
a luz que reflectes
reenviando imagens
em mim extasiadas,
reflexos retratados
de surreais encantos
claridades prateadas
nas imateriais visões,
onde o foco metafísico
das abstractas belezas
emolduram o palanque
dos teus etéreos olhares.

poema
de:poetaeusou

quinta-feira, 2 de julho de 2026

quarta-feira, 1 de julho de 2026

terça-feira, 30 de junho de 2026

Poema de: Poetaeusou

Apetece-me
ouvir as flores
vaguear nos jardins
nas noites sem luar
e no escuro breu
pintar suas cores
com pincéis de palavras
nas telas sombrias
da imaginação
soletrando poemas
rasos de orvalho
meus sedentos consolos
nas desnudas manhãs.