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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Como um pássaro

Como um pássaro sem ninho
Em busca de uma pousada
Foi chegando bem mansinho
Sem avisar a sua chegada

No meu coração fez seu ninho
E descansou da revoada
Ajeitou-se com tal carinho
Que me deixou apaixonada

Não era mais ave sem ninho
E eu me senti aconchegada
Sendo como pássaro, faz revoada
Mas sempre volta ao seu ninho!

(Siby)

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Mesmo sem chuva...

 Mesmo sem chuva, há poesia no ar,  

pois cada instante guarda sua própria luz

e cada silêncio revela um segredo de paz.

Autoria: Microsoft Copilot

(inteligência artificial)


pois cada instante guarda sua própria luz e cada silêncio revela um segredo de paz.

terça-feira, 26 de maio de 2026

🌼 Poesia: A chuva cai...

A chuva cai como versos soltos,  

bordando o silêncio da tarde com sua música líquida.  

Cada gota é um instante de eternidade,  

um convite ao recolhimento,  

um abraço suave que o céu oferece à terra.  


E eu, entre palavras e memórias,  

me deixo levar por esse ritmo sereno,  

como se o mundo inteiro respirasse poesia.


Autoria: Microsoft Copilot

(inteligência artificial)

bordando o silêncio da tarde com sua música líquida. Cada gota é um instante de eternidade, um convite ao recolhimento, um abraço suave que o céu oferece à terra. E eu, entre palavras e memórias, me deixo levar por esse ritmo sereno, como se o mundo inteiro respirasse poesia.
bordando o silêncio da tarde com sua música líquida. Cada gota é um instante de eternidade, um convite ao recolhimento, um abraço suave que o céu oferece à terra. E eu, entre palavras e memórias, me deixo levar por esse ritmo sereno, como se o mundo inteiro respirasse poesia.

domingo, 24 de maio de 2026

Quando...

Quando estender a tua mão
Deixe-a sempre na linha horizontal;
Para que o que está abaixo se levante para alcançá-la,
E o que esta acima se curve para tocá-la...

Teresa Cordioli

sábado, 23 de maio de 2026

PÉ DE FLOR

O passarinho
Fez um buraquinho
Na parede
Do prédio do vizinho.

Nada de verde
Pra fazer seu ninho
Junto à caixa-d’água.

Tanto cimento
Já lhe dava mágoa

Mas o vizinho
Descobriu o ninho,
E pôs ao lado
Um pé de flor.

O passarinho
Com um sorrisinho,
Disse baixinho:
“Obrigado vizinho”

Maria Dinorah