("E nunca me perguntes o assunto de um poema:
um poema sempre fala de outra coisa."
(Mario Quintana)
um poema sempre fala de outra coisa."
Me aprofundei na reviravolta do meu eu e caí em teu encalço
Tentei fugir da realidade e me achei dentro dos teus a-braços!
São a-braços que me acolhem e me envolvem
São a-braços que, sem sufocar, me prendem
São a-braços que eu quis encontrar
São a-braços que eu esperei...
São a-braços que eu quero...
São braços que me abraçam!
Vi cintilantes
Luzes sobre o roseiral
"Certas coisas não se entendem e muito menos existem explicações.