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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Pequenos poemas


FRAGMENTOS

Às vezes sou poeira no Chão,
sem destino, sem razão.
Outras, a ponta fina da caneta,
embebendo o papel sobre a mesa.
Sou nada e ao mesmo tempo tudo.
Nas entrelinhas me descubro.

Magna Vanuza Araújo

Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Thiago de Mello

Um comentário:

  1. Bom encontrar aqui tantos textos maravilhosos...bom estar por aqui também!

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