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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Flor do tempo....
Faço malabarismos
entre o riso e as lágrimas
tentando me equilibrar na
corda bamba dos dias.
Pairo por vezes no passado
tentando inventar o futuro
Cristalizo instantes de magia
na vazia concha das mãos
Momentos de ouro?
Momentos vãos?
Os sonhos se partem
em irrecuperáveis pedaços
em mistérios insondáveis
pelos corredores da alma
Breves!
Tão breves
como a flor do tempo.
(Luiza Caetano)