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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PEQUENINA

Varri meu quintal,
Juntei minhas folhas.
Fazia-me mal...
Então fiz escolhas.
Escolhi te perder,
Para depois me encontrar...
Para não mais sofrer...
Decidi não amar...
Então me pus a varrer...
Até minha alma limpar.
Não posso mais conter...
Essa dor que quer gritar.
Tenho ânsia e anseio 
Tenho a canção da poesia
Tenho amor em tresvario...
Tenho ainda uma vida...
Uma história a reescrever,
Um novo ponto de partida.
E quando morta estiver...
À de dizer minha amiga...
Ela era pequenina,
Mas grande foi sua lida.
Foi menina... foi mulher,
Mas agora é poesia!